
Ela estava deitada, quase inerte se não fosse pela respiração ofegante. Ele estava ao seu lado, também ofegante, haviam acabado a pouco e ele ainda estava nela.
O suor dela tinha um cheiro adocicado, lmebrando bergamota, o dele era amadeirado, marcante, único. Estavam abraçados, olhando um para o outro, ele a puxava para si, como se não quisesse deixa-la fugir, e ela agarravasse a ele, como s ele a protegesse.
Suas bocas se encontravam institivamente, assim como os olhos e sorrisos; ela se aconchegava no peito dele, que não estava mais dentro dela, mas ainda estava em riste, querendo mais. A mão dele desvendava as curvas do corpo dela como se nunca houvesse feito aquilo antes e ela deixava-se desvendar como se ele fosse o primeiro.
Ela tocava o rosto dele, cada movimento acompanhado com o olhar e ele respondia com as mãos na sua cintura, a puxando para si, aumentando as carícias. Ela gemia baixinho, eram novamente um, os beijos ficaram mais ardentes, mais profundos e com gosto de cada vez querer mais e mais aumentando, assim como os gemidos, as mãos, o suor, as línguas, os olhares....
Até que param, no rosto deles encontra-se a felicidade, estavam juntos, haviam chegado juntos nunca isso havia acontecido antes. Ela o olhou, sorriu, o beijou levemente na boca, enconstou no seu peito e dormiu ao som das batidas do coração desritmado e dos carinhos dele.
